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Blog do Colaborador

De: Comunicação GNDI - 06 May 2022

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Homenagem ao Dia das Mães

A data se tornou uma das mais importantes do calendário brasileiro e é um momento para celebrar o amor e reviver boas lembranças

O Dia das Mães foi criado nos Estados Unidos em 1910. Depois de se popularizar em diversos países, a celebração foi oficializada no Brasil em 1932 como uma data para comemorar "sentimentos e virtudes do amor materno", como dizia o decreto assinado pelo então presidente Getúlio Vargas.

Não demorou muito para o Dia das Mães ganhar a simpatia dos brasileiros, que hoje comemoraram as mais diversas formas e elos da maternidade. Esse amor forte, seguro e incondicional está estampado nos depoimentos de quatro colaboradoras do GNDI.

Na família da Camilla de Oliveira Rezende dos Santos, jovem aprendiz da Unidade Cinelândia, o Dia das Mães nunca passa em branco e tem sempre aquele famosíssimo almoço de domingo, que acontece na casa da avó ou de alguma irmã da avó da colaboradora.

Neste ano, a comemoração será em dose dupla: "Um almoço na casa da minha avó e outro na casa da minha sogra. Para mim, o Dia das Mães é a oportunidade de, mais uma vez, demonstrar para minha avó o quanto sou grata por tudo o que ela fez e faz por mim, e de retribuir da forma que consigo", afirma Camilla, ao complementar que todos os dias devemos demonstrar carinho à nossa "mãe", ou seja, à pessoa responsável pela sua criação e que fez de você quem você é hoje.

Érica Rolin, assistente administrativa do Hospital Renascença Campinas, não tem dúvidas de que a frase "mãe é quem cria" faz todo sentido. Na sua vida, o papel materno foi brilhantemente desempenhado pela ex-babá Alice Cecília, que ela chama carinhosamente de avó, apesar de não terem vínculo de sangue. "Ela cuidava de mim enquanto minha mãe trabalhava, mas, como se mudou de cidade, precisou deixar o emprego. Eu fiquei muito doente, sentia falta dela. Então, ela voltou para me ver e pediu a guarda para minha mãe biológica. Eu passei a morar definitivamente com a pessoa mais linda e doce deste mundo", relata a colaboradora.

Dentre tantas boas lembranças com a "vó Alice", Érica se recorda das comemorações de Dia das Mães: "Toda a família ia para o sítio e ela fazia o que mais gostava: cozinhar no fogão à lenha. Tudo virava festa. Ela preparava um angu de milho com frango ao molho simplesmente maravilhoso. À noite, fazia uma fogueira e sentávamos todos em volta para escutar suas histórias, que ela jurava serem verídicas - e ninguém ousava questionar", revela.

A "vó Alice" faleceu quando Érica tinha 17 anos. "Foram dias difíceis, meu mundo desabou. E só voltei a me sentir plena novamente depois de sete anos, quando tive minha filha Cecilia Alice, que ganhou esse nome em homenagem a minha avó. É um amor que explode em meu coração. Para mim, hoje, o Dia das Mães significa recomeçar e renascer", descreve a colaboradora.

Na família de Camila Ferreira de Souza, analista de recursos humanos júnior da Regional Rio - Filial ADM, o Dia das Mães sempre foi muito festejado. Ela e a mãe costumam sair par almoçar ou ela prepara uma comidinha especial para as duas. "Fui abençoada com uma criação muito materna, tanto pela minha mãe (que tinha 17 anos quando eu nasci) como pelas minhas duas avós, que ajudaram a me criar para que minha mãe pudesse trabalhar", diz.

Para Camila, essa data só reforça o significado de gestos e sacrifícios que essas mulheres fizeram e fazem diariamente. "Toda a responsabilidade da criação de um filho, a sobrecarga em conjunto com a vida profissional, enfim não é um papel fácil de desempenhar. Sem contar a preocupação e o zelo eternos. Somente sendo mulher para dar conta de tanto", acredita.

Camila apelidou carinhosamente a mãe de garotinha e, neste ano, a data vai ganhar um cardápio especial. "Minha mãe gosta muito de frutos do mar, então pensei em levá-la para comer um pintado na brasa ou um camarão com coco. Acho que ela vai amar", afirma.

Todos os anos, a tradição é seguida à risca na família de Tatiane Aparecida de Morais, assistente administrativa da Sede Sorocaba: no Dias das Mães, os irmãos se reúnem para almoçar na casa da Célia, a irmã mais velha, desde que mãe deles faleceu há 12 anos.

Tatiane revela que adora essa data e sempre faz questão de passar os filhos Ana Júlia, de 10 anos, e Felipe, de 7 anos: "É uma das datas mais importantes para mim. Sinto-me muito especial para os meus filhos. É um dia diferente", diz.

   

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