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Blog do Colaborador

De: Comunicação GNDI - 19 mai 2020

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Como driblar as dívidas

Veja o que fazer e o que evitar para sair do sufoco financeiro

Um levantamento feito pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em janeiro deste ano, apontou que 65,3% das famílias brasileiras estão endividadas. O número representa um aumento de 5,2 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. O estudo mostra, ainda, que 23,8% das famílias entrevistadas estão em estado de inadimplência e 9,6% alegam não ter condições para pagar as contas atrasadas. Com a pandemia do Coronavírus, certamente esses números irão aumentar.

É comum que no meio do desespero de estar com o "nome sujo" muitas pessoas cometam erros dispensáveis, como esconder a situação da família, gastar mais do que ganha ou renegociar a dívida sem pesquisar bem antes. A situação pode gerar pânico, fazendo com que alguns até procurem agiotas. Essas atitudes devem ser evitadas ao máximo.

No entanto, é preciso entender que a situação não vai se resolver sozinha: é importante mudar alguns hábitos para conseguir atingir o objetivo de pagar todas as contas em dia. Para isso, é preciso ir atrás de informações, de pessoas qualificadas e pesquisar muito antes de tomar qualquer decisão. Uma dica é rever e refletir sobre os gastos: todos são necessários? Que tal cortar alguns "privilégios" ou procurar opções mais baratas?

A pesquisa da CNC mostrou que quase 80% das dívidas são adquiridas por meio de cartões de crédito, 15,9% por carnês e 10,9% com financiamento de carros. Por mais que muitas dívidas sejam frutos de gastos necessários - como estudos, casa nova, mobília, entre outros - , ainda é frequente que o consumo compulsivo e inconsciente tenha grande influência nesses números. Quando é assim, deve haver não apenas uma mudança de hábitos, mas uma reformulação da forma como a pessoa olha para o ato de gastar e a relação que tem com o consumo. Em alguns casos, é preciso procurar um consultor financeiro e, até mesmo, um psicólogo.

Alguns programas, no entanto, podem ser procurados para orientação financeira e renegociação de dívidas:

Conte Comigo!

Este serviço oferecido gratuitamente aos colaboradores do GNDI presta diversos tipos de assistência , inclusive, orientação financeira. Todos os trabalhadores do Grupo e seus familiares podem entrar em contato pelo telefone 0800 718 7815, que funciona das 8h às 20h, para qualquer assunto, e 24 horas por dia para emergências. O atendimento é sigiloso e, caso haja a necessidade, o colaborador pode ser encaminhado para um profissional especializado para uma consulta mais completa.

Programa de Apoio ao Superendividado - PAS

A ação do Procon-SP atende aos moradores da capital de São Paulo, ajudando a renegociar dívidas vencidas ou a vencer, feitas por empréstimos, financiamentos ou contratos de crédito ao consumo.

Programa de Apoio ao Endividado (PAE) 

Coordenados pelos estudantes de Direito, o projeto foi criado pela USP Ribeirão Preto com o objetivo de orientar as pessoas sobre como quitar as dívidas. Para participar, basta preencher a ficha cadastral disponível no site.

E você, tem dicas de como quitar dívidas? Comente como conseguiu sair do sufoco e quais ações mais ajudaram.

Você também pode participar. Deixe seu comentário:

 

SUSANA DIAS - BELEM

Gostei muito da proposta imposta pela empresa, já estive em situação complicada, o meio de quitar a divida foi somando todo o valor e dividindo por 30 dias,comecei a poupar cada dia o valor que eu tinha que juntar para o final do mês, assim consegui guardar o dinheiro e pagar minha divida

Janaina Diniz da Silva - Hospital Modelo

Já fiquei com restrição no meu nome e confesso que é muito constrangedor . Negociei minhas dividas e quitei todas , hoje penso duas vezes antes de gastar com coisas sem necessidades. Moral da historia consegui sair do aluguel . Hoje moro em um apartamento meu é financiado mas está com as parcelas em dia . Tente você também com um pouco de sacrifício garanto que o resultado será positivo .

Maria Luiza - Liberdade

Quando fiquei endividada para quitar a pendência limitei tudo na minha vida para ficar em paz. Além de não utilizar cartão de crédito evitei cinema, restaurantes, cabeleireiro e vários tipos de lazer externo e compra de alimentos supérfluos, devida tanta restrição não precisei fazer renda extra.

Fernanda - Santo André 1

Pensar duas vezes antes de comprar algo,pois compras por impulso geralmente levam a gastos desnecessários .

Ronize Ferreira da Silva - Centro Médico Frei Galvão de Santos

-Primeiramente , guarde o cartão de crédito , use somente em casos de emergência;-Vá ao supermercado com lista e compre somente o necessário , sempre pesquisando onde encontrar preços mais baratos ;-Peça descontos em todas as suas compras;-Se possível , faça renda extra como por exemplo vendas de produtos , artesanato ou guloseimas;- Faça uma reserva de emergência ( uma poupança por exemplo ).-Se tiver dívidas com bancos , negocie, parcele e procure a melhor maneira de pagar menos juros.