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Blog do Colaborador

De: Comunicação GNDI - 23 jun 2020

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Mudanças de consumo

Consumo consciente, com causas e virtual: como a pandemia influenciou nas vendas e compras

A pandemia do Coronavírus, a pior em 100 anos, mudou tudo - mas se é de forma temporária ou permanente ainda não sabemos. Com o distanciamento social, tivemos que nos adaptar a forma digital de relacionamento, trabalho e consumo. Se antes comprávamos em lojas on-lline pelo desconto ou comodidade, agora não há outra forma: em muitas regiões, as lojas estão fechadas e os restaurantes não podem servir refeições dentro do estabelecimento para evitar aglomerações.

Entenda as principais mudanças de consumo durante a quarentena e como elas podem continuar influenciando no comportamento de compra e venda no mundo pós-Coronavírus:

Compras online
Para diminuir a aglomeração de pessoas na pandemia, lojas e restaurantes físicos fecharam as portas temporariamente - uma alternativa para não entrar em falência em tempos de Coronavírus foi começar a vender por sites e aplicativos. Segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o Brasil registrou um aumento mensal de 400% no número de lojas que aderiram às vendas on-line durante o período da quarentena. Até a segunda quinzena de março, cerca de 10 mil lojas por mês abriram sites para compras; após o início da quarentena, o número médio mensal foi para 50 mil.

Se para o comerciante isso garante a continuidade do negócio e o emprego de funcionários, para os consumidores pode proporcionar comodidade: você não precisa mais pegar filas ou andar com sacolas; basta um clique e o produto chega na sua casa.

- Conscientização
Muitas empresas foram boicotadas nas redes sociais por degradarem o meio ambiente ou por não respeitarem os Direitos Humanos. Nunca estivemos tão conscientes e seletivos no momento de escolher de quem vamos consumir e a pandemia evidenciou este fato.

Em contrapartida, as empresas que ajudam comunidades ou causas tendem a ganhar mais clientes. Isto porque a solidariedade e o desejo em ajudar quem precisa nunca foi tão explícito. O mesmo acontece quando o assunto é consumir conteúdo: influenciadores que "furaram" a quarentena, falaram com descaso sobre a população ou foram preconceituosos perderam seguidores e patrocinadores; já aqueles que incentivam boas ações têm conquistado mais "likes".

- Repensar o consumo
Segundo dados do Instituto FSB Pesquisa encomendados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), 48% dos brasileiros têm muito medo de perder o emprego por causa do Coronavírus. E não é à toa: segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), só em maio, 1 milhão de pessoas no Brasil ficaram desempregadas e 14,6 milhões estavam afastados do trabalho por conta da quarentena. Tudo isso impacta diretamente no consumo: por conta da insegurança, as pessoas tendem a pensar muito mais antes de comprar e dando mais atenção ao que realmente precisam.

E você, o que acha que vai mudar nos setores de consumo no mundo pós-quarentena?

Você também pode participar. Deixe seu comentário:

 

Gracielia dos santos Silva - Hospital Family

A crise financeira vai pressionar as pessoas para que gastem menos e é neste momento que é importante rever a própria forma de consumir.Agora e depois da Covid. "consumir por consumir saiu de moda"

gabriela costa neves - HOSPITAL BOSQUE DA SAUDE

ACREDITO QUE TUDO ESTA MUDANDO RAPIAMENTO POIS ESTAMOS NOS ADAPTANDO EM MEIO AO CAUS. POREM O REFLEXO DISSO ESTA NA DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS POR DELIVERY.

Juciele - Camo - Jundiai

Eu tô de parabéns, pois meu consumo reduziu pela metade. Comprando só o necessário e indispensável. Mas verifiquei que o comércio, principalmente o local, está bem despreparado para os atendimentos virtuais. O frete fica maior que o produto, que eu prefiro não comprar. Enfim, tudo muito ineficiente.

joana das dores ferreira marin - centro clinico vàrzea paulista

eu penso que a mudança deve comecar,agora levando enconta acrise financeira do mundo.

Fernanda - Santo André 1

A facilidade para comprar é muito comoda, porem, o aumento do consumismo exagerado devido ao período em isolamento deve ser visto de forma preocupante.