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Blog do Colaborador

De: Comunicação GNDI - 27 ago 2021

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Curiosidades sobre a união entre Brasil e Japão

Saiba mais sobre os 113 anos da imigração japonesa

Em 2021, completam-se 113 anos da imigração japonesa no Brasil. A relação entre os dois países é especial por muitos motivos, mas o principal é que temos a maior população japonesa do mundo fora do próprio país: são cerca de 1,8 milhão de pessoas, sendo 1 milhão apenas no estado de São Paulo.

Os imigrantes japoneses chegaram em 1908 e trouxeram muitos hábitos e novos costumes, principalmente na agricultura. Foram eles os responsáveis pelo início da produção de algodão no Brasil, assim como a introdução do cultivo de frutas como o caqui, mexerica ponkan, uva itália e flores como o crisântemo.

Porém, essa relação amistosa vai muito além. Confira algumas curiosidades que separamos a respeito da imigração japonesa:

Cultura é presente no Brasil

Com dezenas de anos de convivência e contribuições, a cultura japonesa integra o cotidiano da maioria dos brasileiros. Sabores da culinária, religião e até o esporte modificaram as tradições nacionais.

A paisagem urbana, por exemplo, tem influência dos japoneses: além de trazer as belas cerejeiras, a arquitetura de diversos lugares do país - como o Bairro da Liberdade, em São Paulo, e a cidade de Assaí, no Paraná - ganharam elementos típicos. O mangá, famoso estilo de desenho japonês, foi trazido para o país por Claudio Seto.

Os primeiros japoneses

Apesar da chegada dos primeiros navios com imigrantes ter ocorrido em 1908, eles não foram os pioneiros no Brasil. Em 1803, o barco Wakamiya Maru afundou na costa japonesa e os náufragos foram salvos por um navio de guerra russo, cuja rota tinha como um de seus destinos o Porto de Desterro, localização onde fica atualmente a cidade de Florianópolis (SC). Lá, os náufragos permaneceram por dois meses antes de voltarem para o Japão.

Força agrícola

No século XIX, a economia brasileira era agrícola e dependente da monocultura cafeeira. Por isso, para suprir o lugar que os escravos deixaram quando foram libertos em 1888, o governo brasileiro criou os tratados de imigração. Mas não foi fácil para os japoneses: eles lutaram com a adaptação ao clima, idioma e cultura locais.

Os grupos japoneses não permaneceram nas fazendas por muito tempo: contratados pela Companhia Agrícola Fazenda Dumont, por exemplo, não ficaram mais do que dois meses. Aos poucos, porém, as dificuldades foram diminuindo e a permanência ficou mais duradoura, com entrada em outras áreas da sociedade.

Professoras japonesas

Em 1918, as irmãs Teruko e Akiko Kumabe terminaram o magistério no Rio de Janeiro. Elas se tornaram, assim, as primeiras mulheres japonesas a obter diplomas de professoras primárias no Brasil. Um ano depois, elas fizeram história de novo: se tornaram as primeiras imigrantes naturalizadas brasileiras.

Milhões de japoneses fora do Brasil

Em 1932, a comunidade nikkei era composta por mais de 132 mil pessoas, sendo que a maioria dessas pessoas dedicava-se à agricultura. Naquela época, havia também diversas publicações em japonês com periodicidade semanal, quinzenal e mensal para que os imigrantes também pudessem ter acesso às informações. Atualmente, são 1,8 milhão de japoneses em todo o Brasil.

Brasil nas Olimpíadas

Impossível falar da relação do Brasil com os japoneses e não lembrar das Olimpíadas de 2020, que foram realizadas neste ano por conta da pandemia da Covid-19. A participação do País foi histórica em Tóquio, com a melhor participação de atletas brasileiros de todos os tempos: foram 21 medalhas conquistadas, com o país ficando em 12º na classificação geral.

Outra curiosidade relacionada às Olimpíadas é a participação dos atletas nipo-brasileiros na competição. No total, sete atletas de origem japonesa já conquistaram medalhas olímpicas para o Brasil desde o início da imigração.

O primeiro deles foi Tetsuo Okamoto, em 1952, nos Jogos Olímpicos de Helsinki, na Finlândia. Ele entrou para a história e se tornou o primeiro medalhista da natação brasileira, conquistando o bronze nos 1500 metros livre. Por último, tivemos a medalha de bronze do campeão mundial Arthur Nory na Rio 2016. Filho de mãe nadadora e de pai judoca, Arthur Nory Oyakawa Mariano conquistou a medalha de bronze na ginástica masculina, no solo.

Você é de família japonesa ou tem uma história para contar sobre a cultura nipônica? Compartilhe conosco!

Você também pode participar. Deixe seu comentário:

 

LUCIANE MACHADO - CASE GUARULHOS

TRABALHEI (HOSPITAL) NA RUA GALVAO BUENO POR 8 ANOS E TODOS DIAS SAO DIAS DIFERENTES POR LA, CULTURA JAPONESES, EVENTOS, PESSOAS ( NA EPOCA TINHA MUITOS TURISTAS) E ERA ENGRAÇADO DEMAIS NA HORA DO ALMOÇO A MISTURA CULTURAL. IGREJA, CENTRO CULTURAL AO LADO DO SHOPPING, FORA OS RESTAURANTES E LOJAS.SEMPRE QUE POSSO VOU PARA PASSAR E REVER MEUS AMIGOS NAS FESTA DOTANABATAAAAAA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Débora Fernandes - Hospital Maternidade Nossa Senhora do Rosário

Trabalhei na liberdade durante 14 anos, tive a oportunidade de aprender e conhecer os costumes e a culinária do Japão, as festividades são bem interessante, eles acreditam e cultuam deuses que para nós brasileiro é bem diferente. O brasil agrega populações diversificadas.Legal né pessoal.

Stephanie Alves Takano de Araujo - 25 anos

Minha avó veio para o brasil na sua adolescência na época da guerra conheceu meu avô militar da aeronáutica onde se apaixonaram e como toda família tradicional japonesa minha bisa deserdou minha avó por querer namorar alguém que não fosse da sua etnia , mas assim ficaram juntos e formaram 4 gerações da família (Takano) sou sua neta da geração íon sei meu avô já é falecido e minha avó esta viva com bastante saúde mora no Japão contato só pela internet . Sou grata a eles dois por quebra todos os rótulos e tabus e lutado por nos principalmente pelo meu avô que esteve em linha de frente da guerra ... <3

Bruna Kiloá Vicente Mathias - Sede, 867

Fora a culinária viciante huuuum