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Blog do Colaborador

De: Comunicação GNDI - 15 mar 2022

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Depoimentos emocionantes de mulheres do GNDI

A live comemorativa do Dia Internacional da Mulher contou com histórias fortes e inspiradoras de colaboradoras da empresa

Para celebrar o mês da mulher, o GNDI preparou uma série de iniciativas especiais. Uma delas foi uma live no dia 8 de março, que contou com depoimentos emocionantes de seis mulheres que fazem parte do Programa de Diversidade e Inclusão - cada uma representou um grupo de afinidade.

A abertura desse evento on-line teve a participação de Carla Paladino, gerente médica dos Centros Clínicos, e Evelyn Oliveira, psicóloga da família, que fizeram uma abordagem muito esclarecedora sobre o ciclo menstrual e como esse período pode impactar na saúde emocional das mulheres.

Na sequência, cada convidada de um grupo de afinidade deu o seu depoimento, contando histórias inspiradoras. Aqui, vamos mostrar as experiências de duas colaboradoras.

Uma delas é a Melissa Miranda, fisioterapeuta RT substituta do Hospital e Maternidade Nossa Senhora do Rosário, representando o grupo LGBTQIA+: "Sou uma mulher trans, casada e natural de Pernambuco. Entender que eu era uma mulher trans foi muito difícil, porque quando meu pai percebeu minha alteração de gênero, me mandou morar com meus avós. Foi a minha avó que me criou e me fez a mulher que sou hoje. Embora eu gostasse da área da saúde, eu tinha um prazer muito grande pelo teatro, porque eu conseguia ser eu mesma e conseguia fazer vários personagens, principalmente de papéis femininos. Fui muito reprimida e cheguei a fugir para o circo para poder viver esse mundo do teatro. Mas, eu consegui obter um espaço em uma faculdade pública e alcançar o meu diploma. Meu orgulho foi ferido durante anos, porém hoje eu tenho orgulho de mim e de sobreviver em um mundo que, todos os dias, tenta me fazer desistir de ser quem eu sou. O corpo a gente transforma, mas a alma a gente liberta", declarou.

Melissa complementou dizendo sobre a felicidade de trabalhar no GNDI, onde ela pode mostrar quem é, sem vergonha alguma, usar seu nome e interagir com as pessoas sem medo de errar. "Aqui pude entender a verdadeira prática humana e integrativa que uma empresa oferece", destaca.

Já a Sandra Correia é analista de recursos humanos da regional ABC e representante do grupo PCD. Ela tinha três meses de vida quando a casa dos pais pegou fogo. Neste acidente, Sandra perdeu quatro dedos da mão direita e sofreu uma queimadura de terceiro grau no lado direito do rosto.

Em seu depoimento, ela disse: "Sou mulher, amiga, profissional, esposa, mãe e possuo uma deficiência física. Aprendi que, para viver a diferença, temos que aceitá-la e compreendê-la. Deixar de viver momentos que fazem parte da vida da maioria das mulheres, como ter mãos perfeitas, ir a manicure pintar todas as unhas com esmalte marcante, usar aliança de noivado na mão direita e ter no rosto uma pele lisa como um pêssego foram sonhos e desejos que não faziam parte da minha realidade. Quando eu percebi que a minha mão me trazia algumas limitações, comecei a explorar outras partes de mim e descobri minha habilidade e equilíbrio com patins. Por isso, por muitos anos, eu trabalhei em supermercados como patinadora dando suporte aos caixas e clientes. Viver com alegria me ajudou a enfrentar os obstáculos, porque a sociedade me enxergava de forma completamente diferente e me colocava muito mais limitações. Quantas coisas podemos aprender e ensinar, olhando a imagem que construímos dentro de nós", diz.   

Sandra vê sua vida como um milagre, dada a gravidade do incêndio e dos ferimentos sofridos, pois teve que passar por cerca de 20 cirurgias. "É nossa responsabilidade promover serviços e atitudes sociais que livram a todos de preconceito. Quando eu aceito, eu valido e eu apoio outras mulheres, surge uma espiral de força e de união, e crescemos todas juntas", finaliza. 

Nos próximos dias, teremos mais depoimentos emocionantes de colaboradoras que participaram da live especial do Dia Internacional das Mulheres. Continue acompanhando os posts do Blog do Colaborador.

 

Você assistiu a live do GNDI no Dia Internacional da Mulher? Deixa aqui a sua opinião. E, se não conseguiu assistir, acesse a UniGNDI > Trilha > Diversidade e Inclusão.

Você também pode participar. Deixe seu comentário:

 

ILZE LISBOA DOS S CALAFANGE FERREIRA - HMNSR

Nesse mês tão especial. Gostaria de declarar que amo as politicas de inclusão e diversidade da empresa.Hoje com 50 anos, mulher em um país com tantas desigualdades socias, culturais e econômicas, É uma emoção,um privilégio e uma honra estar empregada e fazer parte de um grupo que encontra nas diferenças ascaracterísticas necessárias para complementar, agregar, ressaltar e valorizar qualidades, competências e a belezada diversidade e da vida.

Patricia Guedes Silva - Hospital Salvalus

Meu nome é Patrícia, 42 anos, casada, 01 filho.Sou Assistente Social do Hospital Salvalus há 2 anos e 6 meses.Minha maior dedicação é ser MÃE. Amo cuidar e zelar pelo meu filho Odilon.Estou no processo de Adoção, pois agora meu próximo filho será do coração.Tenho certeza que ele (a) já esta me aguardando em algum lugar desse Brasil. Iremos amar e zelar por esse presente de Deus.Contarei para vocês os próximos detalhes, após a chegada do meu filho no meu lar.Um abraço de paz. Patrícia Guedes.

DANIELA FERREIRA - UTI 20

MUITO BACANA, INTERESSANTE! DEVEMOS SER BEM TRATADAS E SER INDEPENDENTE

hallane sulamita toledo gomes - decat barra funda

Cada entrevista representa um pouco de cada mulher brasileira.Ser mulher significa ser forte!