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Blog do Colaborador

De: Comunicação GNDI - 03 mai 2022

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GNDI permite troca para nome social no crachá da companhia

Nova campanha do GNDI enaltece representatividade do público LGBTQIA+

No Grupo NotreDame Intermédica, o nome que você escolheu para você é o que importa. A companhia sempre permitiu que o nome social fosse aceito no crachá da empresa, mas em 2022 foi criada uma campanha para reforçar isso e enaltecer a representatividade do público LGBTQIA+ dentro do Grupo.

"Percebemos que poucas pessoas tinham conhecimento da possibilidade de expor apenas o nome social no crachá", aponta Aline Rodrigues, coordenadora de Recursos Humanos do GNDI. "A ideia da campanha é dar lugar ao nosso público LGBTQIA+, para que eles possam se sentir cada vez mais acolhidos e incluídos em uma companhia que respeita sua orientação sexual. Mas, mais do que isso: reafirmando a forma como ele se reconhece no mundo dentro do grupo".

 

Como solicitar

Para fazer a troca do crachá, basta que o colaborador procure pelo RH que atende sua unidade, relatando seu interesse e o processo de substituição será feito.

Os colaboradores que fizeram ou farão a troca oficial do nome em documentos devem atualizar os dados no RH, com a finalidade de ajuste de e-mail e identificação nos demais documentos, além do crachá.
 

Ações de diversidade

Estão previstas para o ano de 2022 várias campanhas para todos os públicos do GNDI: ações culturais, educacionais e relativa aos meses comemorativos são exemplos do que está programado no decorrer do ano com o trabalho dos Grupos de Afinidades.

"Toda primeira segunda-feira do mês é divulgado no 'Acontece por aqui', boletim da UniGNDI, textos para reflexão e discussão posterior no menu 'Vozes Plurais'. São discussões sobre os temas de diversidade, em que os colaboradores podem expor suas opiniões sobre os temas propostos", ressalta Aline.

 

De que formas você acha que a sociedade poderia contribuir mais para a representatividade do público LGBTQIA+? Compartilhe nos comentários!

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Maria Garcia de Jesus - Pinheirinho

É preciso que se pratique o respeito e a inclusão!